Foto: AP
Natália Falavigna foi derrotada em sua estreia na Olimpíada de Londres,
luta contra a sul-coreana Jong Lee In por 13 a 9. A brasileira só teria
chances de prosseguir nos Jogos Olímpicos caso sua algoz avançasse à
final, o que a colocaria na repescagem pelo bronze. Entretanto, a sorte
da paranaense não colaborou: a atleta asiática perdeu nas quartas de
final e confirmou a saída de Falavigna.
Resumo do dia do Brasil no taekwondo por Natalia Falavigna:
"Não tive movimentação e custou minha luta. Vou torcer pra passar, torcer para chegar Tive uma chave difícil. Acabei tendo um probleminha que custou minha movimentação, eles (sul-coreanos) são muito rápidos. Tive que jogar para lutar e conseguir colocar o pé no chão, são coisas que acontece, nem sempre você chega na Olimpíada 100%. Às vezes você chega com o corpo já precisando de um descanso", lamentou a atleta, que não escondeu o incômodo durante o combate.

"Não lutei no sacrifício, porque o atleta faz sacrifícios todo dia. Tentei minha performance, mas infelizmente meu pé incomodou um pouco. Não pude fazer a minha movimentação, e acabei me jogando mais para não precisar apoiar o pé", disse a competidora, que ainda sonha com uma boa campanha da sul-coreana para retornar à repescagem e disputar o bronze.

"Não acabou, tem que fazer mais, infelizmente não consegui fazer mais, e nosso esporte é assim É uma espera normal. A Coreia do Sul é uma boa equipe, tem boas lutadoras, vamos torcer para pelo menos chegar na final, para que possa voltar para luta e melhorar minha movimentação, que é a base do meu jogo", concluiu a competidora.
Além da lesão no pé, Falavigna deixou o ambiente reclamando também do desempenho do árbitro francês
Denis Odjo, responsável pelas revisões durante o combate. Ainda no primeiro round, a brasileira recebeu um chute giratório no capacete, enquanto o juiz central David Coupar interrompia a luta. Odjo, após desafio dos asiáticos, assinalou três pontos e mudou a situação do duelo, favorável até então à representante nacional.
"Parei de lutar porque o árbitro tinha parado. Na hora eles acharam que foi na hora do movimento, não sei o que foi, mas não me arrependo de nada", disse Falavigna, que, contudo, decidiu absolver a polêmica ao analisar o revés. "Arrumar desculpa para a minha derrota é coisa que não faço. Não tenho vergonha de nada, algumas vezes as coisas dão certo, e outras vezes não. Tenho a coragem de entrar, pisar ali e tentar o resultado."
A Coreana caiu e levou o sonho do bronze
Lee In caiu para a francesa Anne-Caroline Graffe por 7 a 4 na disputa das quartas e agora torce pela francesa para ter chances do terceiro lugar por meio da repescagem. Já Falavigna, que conquistou o bronze em Pequim, deixa Londres com somente uma luta disputada.
A brasileira havia feito um confronto equilibrado no primeiro round, mas a sul-coreana conseguiu uma boa vantagem a partir de chute no rosto polêmico - a arbitragem já havia interrompido a luta, mas validou o golpe mesmo assim. A partir daí, o duelo ficou favorável a Lee In, que viu sua eliminação confirmada do lado de fora da arena.
Resumo do dia do Brasil no taekwondo por Natalia Falavigna:
"Não tive movimentação e custou minha luta. Vou torcer pra passar, torcer para chegar Tive uma chave difícil. Acabei tendo um probleminha que custou minha movimentação, eles (sul-coreanos) são muito rápidos. Tive que jogar para lutar e conseguir colocar o pé no chão, são coisas que acontece, nem sempre você chega na Olimpíada 100%. Às vezes você chega com o corpo já precisando de um descanso", lamentou a atleta, que não escondeu o incômodo durante o combate.
"Não lutei no sacrifício, porque o atleta faz sacrifícios todo dia. Tentei minha performance, mas infelizmente meu pé incomodou um pouco. Não pude fazer a minha movimentação, e acabei me jogando mais para não precisar apoiar o pé", disse a competidora, que ainda sonha com uma boa campanha da sul-coreana para retornar à repescagem e disputar o bronze.
"Não acabou, tem que fazer mais, infelizmente não consegui fazer mais, e nosso esporte é assim É uma espera normal. A Coreia do Sul é uma boa equipe, tem boas lutadoras, vamos torcer para pelo menos chegar na final, para que possa voltar para luta e melhorar minha movimentação, que é a base do meu jogo", concluiu a competidora.
Além da lesão no pé, Falavigna deixou o ambiente reclamando também do desempenho do árbitro francês
Denis Odjo, responsável pelas revisões durante o combate. Ainda no primeiro round, a brasileira recebeu um chute giratório no capacete, enquanto o juiz central David Coupar interrompia a luta. Odjo, após desafio dos asiáticos, assinalou três pontos e mudou a situação do duelo, favorável até então à representante nacional.
"Parei de lutar porque o árbitro tinha parado. Na hora eles acharam que foi na hora do movimento, não sei o que foi, mas não me arrependo de nada", disse Falavigna, que, contudo, decidiu absolver a polêmica ao analisar o revés. "Arrumar desculpa para a minha derrota é coisa que não faço. Não tenho vergonha de nada, algumas vezes as coisas dão certo, e outras vezes não. Tenho a coragem de entrar, pisar ali e tentar o resultado."
A Coreana caiu e levou o sonho do bronze
Lee In caiu para a francesa Anne-Caroline Graffe por 7 a 4 na disputa das quartas e agora torce pela francesa para ter chances do terceiro lugar por meio da repescagem. Já Falavigna, que conquistou o bronze em Pequim, deixa Londres com somente uma luta disputada.
A brasileira havia feito um confronto equilibrado no primeiro round, mas a sul-coreana conseguiu uma boa vantagem a partir de chute no rosto polêmico - a arbitragem já havia interrompido a luta, mas validou o golpe mesmo assim. A partir daí, o duelo ficou favorável a Lee In, que viu sua eliminação confirmada do lado de fora da arena.
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