Uno de Oliveira, um dos responsáveis do site, entrou em contato com a entidade, que alegou estar dentro da lei. De acordo com o Ecad, o YouTube paga os direitos autorais como transmissor, mas outros sites que retransmitem o conteúdo também têm de pagar.
O blog está fora do ar enquanto o caso está sendo analisado. De acordo com a interpretação do Ecad, o uso de músicas embedadas em outros sites se trata de uma nova execução, independente do site onde hospeda o conteúdo. Com isso, o escritório defende que não a cobrança em dobro pela mesma música.
"O direito de execução pública no modo digital se dá através do conceito de transmissão existente na lei e presente no art. 5º inciso II da Lei 9.610/98, que transmissão ou emissão é a difusão de sons ou de sons e imagens, por meio de ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo ou outro condutor; meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, portanto isso inclui a internet", confirmou a assessoria da entidade ao jornal.
Oliveira disse que a cobrança vai contra o princípio básico da internet, que é compartilhar e divulgar informações e conteúdos.
O que é o ECAD
A Instituição
Com sede na cidade do Rio de Janeiro, 26 unidades arrecadadoras, 780 funcionários, 45 advogados prestadores de serviço e 130 agências autônomas instaladas em todos os Estados da Federação, a instituição possui ampla cobertura em todo o Brasil.
O ECAD está estruturado com as seguintes áreas:
- Superintendência;
- Administrativa/Financeira;
- Arrecadação;
- Distribuição;
- Jurídica;
- Marketing;
- Operações;
- Recursos Humanos;
- Tecnologia da Informação.
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